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Troca de tiros entre policiais deixa suboficial do Bope morto e feridos no Rio

Por Rafael Sampaio | Publicado em
morte de suboficial
glcphoto / Pixabay
📖 Leitura: 4 Min

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a apuração sobre o falecimento do subtenente Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, integrante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). O óbito ocorreu na madrugada de um domingo, após um confronto armado envolvendo militares da própria corporação lotados em Jacarepaguá, na zona sudoeste carioca.

Resumo rápido:

  • Subtenente do Bope de 54 anos morre após troca de tiros acidental entre policiais militares no Rio.
  • Confronto no Beco do Saci, na Gardênia Azul, deixou cinco militares do Bope e um de Jacarepaguá feridos.
  • Armas utilizadas foram apreendidas e o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

Investigação sobre o confronto na Gardênia Azul

A Delegacia de Homicídios da Capital apura as circunstâncias do tiroteio ocorrido na madrugada de domingo (11) no Beco do Saci, situado na Gardênia Azul. Informações preliminares da Polícia Civil indicam que integrantes do Bope realizavam uma checagem de rotina em um automóvel quando militares do batalhão de Jacarepaguá os confundiram com suspeitos armados.

O cenário de visibilidade reduzida no endereço, descrito pela corporação como um local pouco iluminado, contribuiu para que os agentes não reconhecessem os colegas de farda, desencadeando o intercâmbio de disparos. No decorrer do episódio, seis PMs sofreram lesões decorrentes dos projéteis, sendo cinco vinculados à tropa de elite e um pertencente à unidade territorial.

O transporte dos baleados ocorreu em direção ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, situado na Barra da Tijuca. O subtenente Glaucio da Silva deu entrada na unidade de saúde sem vida. Em relação aos demais feridos, dois receberam alta médica após atendimento no mesmo período, enquanto outros dois permaneceram sob observação hospitalar, mas sem risco de morte.

Medidas adotadas pela Polícia Civil e histórico do agente

A apuração conduzida pelas autoridades policiais incluiu a oitiva formal dos agentes envolvidos no episódio, o recolhimento das armas de fogo empregadas na ação para exames periciais e a solicitação formal de registros em vídeo capturados pelas câmeras corporais dos policiais.

Em manifestação oficial, a tropa de elite enfatizou a trajetória profissional de Glaucio da Silva, que acumulava 26 anos de serviços prestados à instituição. Em nota divulgada à imprensa, a unidade declarou: “Neste momento de dor, o Bope se solidariza com seus familiares e amigos, expressando sinceras condolências e desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda”. O militar deixa três filhos, sendo duas mulheres de 30 e 19 anos, além de um menino de 7 anos.

Perguntas Frequentes

Onde ocorreu o confronto entre os policiais militares?

O episódio aconteceu no Beco do Saci, localizado na Gardênia Azul, zona sudoeste do Rio de Janeiro, durante a madrugada de domingo (11).

Quais foram as providências tomadas após o tiroteio?

A Polícia Civil informou que os policiais envolvidos prestaram depoimento, as armas usadas foram recolhidas para perícia e as imagens das câmeras corporais foram requisitadas para análise.

Qual era o tempo de serviço do subtenente Glaucio da Silva na corporação?

De acordo com nota oficial do Bope, o subtenente contava com 26 anos de dedicação prestados à instituição de segurança pública.

Rafael Sampaio
Escrito por

Rafael, 41 anos, é um jornalista de Milagres apaixonado pela arte de escrever. Um eterno aprendiz dedicado a contar histórias com verdade, precisão e uma profunda conexão com o leitor.

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