A retração nos custos produtivos impulsionou a queda do igp-m em 1,16% no mês de julho deste ano, conforme levantamento oficial da Fundação Getulio Vargas.
O indicador econômico engloba coletas de preços realizadas entre os dias 21 de junho e 20 de julho, revelando o segundo resultado consecutivo negativo após o recuo de 0,50% verificado no mês anterior.
Resumo rápido:
- A queda do igp-m atingiu 1,16% no sétimo mês do ano.
- O setor atacadista liderou o movimento de baixa com o índice setorial recuando 1,74%.
- O acumulado nos últimos doze meses permanece positivo em 2,76%.
Atacado lidera recuo nos custos produtivos
O comportamento da queda do igp-m foi ditado principalmente pelo recuo nos custos do setor produtivo, mensurado por meio do Índice de Preços ao Produtor Amplo.
Esse segmento específico registrou uma retração de 1,74% no período avaliado, compensando os demais movimentos inflacionários observados em outras etapas da cadeia produtiva.
Varejo e construção civil divergem
Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor apresentou estabilidade com leve baixa de 0,01% no varejo, o setor de edificações seguiu na direção oposta.
O Índice Nacional de Custo da Construção marcou inflação de 0,62% no intervalo, demonstrando pressões persistentes nos gastos com obras e materiais.
* Movimentação no varejo: recuo de 0,01%
* Movimentação na construção: alta de 0,62%
* Período de coleta: de 21 de junho a 20 de julho
Acumulado do ano e dos últimos doze meses
Apesar da sequência recente de resultados negativos, o indicador mantém patamar positivo no acumulado de longo prazo.
A alta registrada nos últimos doze meses fechou em 2,76%, desacelerando em relação aos 3,16% medidos no encerramento de junho. Já no recorte anualizado, o índice contabiliza avanço de 2,08%.
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Perguntas Frequentes
Qual foi o percentual da queda do igp-m em julho?
O índice registrou retração de 1,16% no sétimo mês do ano.
Qual setor foi o principal responsável pela deflação?
O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, liderou a baixa com recuo de 1,74%.
Como está o acumulado do indicador em 12 meses?
O acumulado nos últimos doze meses atinge alta de 2,76%.

