As ações operacionais coordenadas pelas polícias baianas e órgãos federais retiraram de circulação 5.606 armamentos ilícitos no estado ao longo deste ano de 2026, superando o patamar verificado no mesmo período do calendário anterior.
Resumo rápido:
- Forças estaduais e federais recolheram 5.606 armas de fogo na Bahia ao longo de 2026.
- O volume de armamentos apreendidos superou o total contabilizado no mesmo recorte do ano passado.
- O secretário Marcelo Werner apontou a inteligência policial e a integração como fatores centrais.
Como funcionam as operações integradas de segurança
As ações conjuntas reúnem o trabalho ostensivo da Polícia Militar, as investigações conduzidas pela Polícia Civil e o suporte tático de agências federais, a exemplo da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado. Esse modelo operacional busca desarticular rotas de circulação de armamentos ilegais e enfraquecer o poder logístico de grupos criminosos em solo baiano.
O balanço estatístico oficial aponta que a variação positiva no recolhimento de armamentos ilícitos na comparação entre os meses de janeiro e setembro ficou próxima de 1%. Nos primeiros nove meses do ano passado, o total acumulado havia atingido 5.566 unidades apreendidas.
Impacto nos índices de criminalidade e letalidade
A retirada contínua de armamentos das ruas repercutiu diretamente nos indicadores de violência letal. De acordo com os registros oficiais, o mês de setembro registrou o menor volume de mortes violentas dos últimos 14 anos no estado. No acumulado geral do ano, os dados consolidados apontam uma retração de 20% nas ocorrências que envolvem homicídios, latrocínios e lesões corporais dolosas seguidas de morte.
Para a gestão da pasta de segurança, o avanço nos resultados operacionais decorre de mudanças metodológicas na atuação policial.
“A implantação da doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência (POI) e a integração entre as Forças Estaduais, Federais e Municipais proporcionaram esse aumento de produtividade e, consequentemente, a redução das mortes violentas na Bahia”
destacou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner
O titular da pasta também pontuou que o enfrentamento às organizações criminosas terá continuidade em ritmo acelerado, abrangendo operações coordenadas fora das divisores estaduais e do país.
“O nosso trabalho é incansável. Estamos atentos e operando diuturnamente”
enfatizou Werner
Perguntas Frequentes
Qual foi o volume total de armas recolhidas pelas forças policiais?
O registro oficial contabiliza 5.606 armas de fogo apreendidas no estado durante o período de 2026.
Como o volume deste ano se compara ao período anterior?
A quantidade superou o total verificado no mesmo intervalo de 2025, quando o estado contabilizou 5.566 apreensões, representando um acréscimo proporcional de cerca de 1%.
Quais órgãos participam das ações integradas no estado?
As diligências envolvem a atuação conjunta da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado.


