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Parabadminton no CT Paralímpico encerra etapa com trinta e nove pódios

Ouro, SC
Por Rafael Sampaio | Atualizado em 02/08/2026 às 01:28
parabadminton no CT Paralímpico
A paranaense Kauana Beckenkamp
📖 Leitura: 4 Min🕒 Publicado: 02/08/2026 às 01:28

O Brasil finalizou neste sábado, primeiro de agosto, a participação no torneio de parabadminton no CT Paralímpico, localizado em São Paulo. A delegação nacional acumulou trinta e nove medalhas ao longo do evento esportivo, garantindo oito ouros, onze pratas e vinte bronzes.

Com um grupo formado por noventa e sete representantes, o país dominou diferentes classes da modalidade e agora direciona o foco para o próximo compromisso internacional, marcado para a próxima quarta-feira, quatro de agosto, em Lima, no Peru.

Resumo rápido:

  • Brasil conquista 39 medalhas no parabadminton no CT Paralímpico, sendo 8 de ouro, 11 de prata e 20 de bronze.
  • A paranaense Kauana Beckenkamp foi o grande destaque da delegação ao faturar três medalhas de ouro.
  • A equipe brasileira segue para Lima, no Peru, para disputar o próximo compromisso internacional a partir de 4 de agosto.

O brilho de Kauana Beckenkamp e o domínio em São Paulo

O principal nome da campanha em território paulista foi a paranaense Kauana Beckenkamp, que subiu ao topo do pódio em três oportunidades. No torneio individual da classe SL3, destinada a atletas com comprometimento em membros inferiores, ela superou a indiana Tulika Jadhao por dois sets a zero, com parciais de vinte e dois a vinte e vinte e um a nove.

Nas duplas mistas da categoria SL3/SU5, atuando ao lado do sul-mato-grossense Yuki Roberto Rodrigues, Kauana venceu a final contra o paulista Rogério Oliveira e a paranaense Edwarda Oliveira por dois sets a um. As parciais foram de vinte e um a dezessete, dezesseis a vinte e um e vinte e um a quinze.

A atleta completou a trinca dourada nas duplas femininas SL3/SU5. Em parceria com a amazonense Mikaela da Costa Almeida, derrotou a dupla formada por Tulika Jadhao, da Índia, e Beatriz Monteiro, de Portugal, por dois sets a zero, com parciais de vinte e três a vinte e um e vinte e um a dezessete.

Conquistas individuais e nas duplas ao longo do sábado

A programação do último dia de disputas na capital paulista foi marcada por outros confrontos decisivos e dobradinhas brasileiras no topo do pódio. Na classe WH2 para cadeirantes, o paulista Júlio Cesar Godoy superou o paraense Victor Rocha Amorim por dois sets a zero, registrando parciais de vinte e um a treze e vinte e um a quatorze.

* Ana Carolina Coutinho Reis conquistou o ouro na classe SL4 ao derrotar Edwarda Oliveira por dois sets a zero, com parciais de vinte e um a cinco e vinte e um a dezesseis.
* Rogério Oliveira faturou a medalha dourada na classe SL4, voltada para atletas com deficiência em membros inferiores, vencendo o mexicano Maximiliano Avila Sosa por dois a zero.
* Marcelo Conceição e Júlio Godoy garantiram o primeiro lugar nas duplas WH1/WH2 ao superarem a parceria formada pelo brasiliense Amauri Alves Viana e pelo mineiro Rômulo Henrique Sousa.

Em uma das partidas mais equilibradas do dia, Marcelo Conceição superou o japonês Shoichiro Eguchi por dois sets a um. O confronto exigiu desgaste físico máximo, com parciais de dezessete a vinte e um, vinte e seis a vinte e quatro e vinte e nove a vinte e sete.

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Perguntas Frequentes

Quantas medalhas o Brasil conquistou no parabadminton no CT Paralímpico?

A delegação nacional somou trinta e nove pódios, divididos em oito medalhas de ouro, onze de prata e vinte de bronze.

Quem foi o principal destaque individual da competição?

A paranaense Kauana Beckenkamp destacou-se ao faturar três medalhas de ouro nas categorias individual SL3, duplas mistas SL3/SU5 e duplas femininas SL3/SU5.

Qual será o próximo compromisso internacional da equipe brasileira?

A partir de quatro de agosto, o time verde e amarelo disputa o Internacional do Peru, na cidade de Lima.


1 de agosto de 2026|Fonte: Agência Brasil|Foto: A paranaense Kauana Beckenkamp|Redação: Rafael Sampaio|Fonte da Informação ↗

Rafael Sampaio
Escrito por

Rafael, 41 anos, é um jornalista de Milagres apaixonado pela arte de escrever. Um eterno aprendiz dedicado a contar histórias com verdade, precisão e uma profunda conexão com o leitor.

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