A administração do trecho fluvial baiano passa a ser realizada pela Companhia das Docas do Estado da Bahia, após formalização de pacto administrativo em Brasília com participação ministerial.
Resumo rápido:
- Acordo de 25 anos transfere a administração fluvial para a CODEBA.
- Objetivo inclui qualificar segurança e escoamento comercial regional.
- Tratativas em Brasília também discutiram melhorias aeroportuárias em Ilhéus.
Passagem de administração fluvial para a CODEBA
A condução das atividades operacionais da via fluvial agora fica sob responsabilidade da autoridade portuária estadual, conforme estabelecido no documento formalizado em solo federal. A vigência do acerto estende-se por um quarto de século, englobando atribuições de conservação, reparos e operação na rota conhecida como HN-500.
O escopo do arranjo abrange ainda estruturas específicas da engenharia local, a exemplo da Eclusa de Sobradinho e de pontos de atracação voltados ao atendimento público de menor porte contemplados no documento. A expectativa institucional é de que a medida reforce a capacidade de movimentação de mercadorias pela via natural.
Entre os itens passíveis de circulação comercial por meio do canal estão itens agrícolas e mercadorias diversas, o que pode gerar reflexos na integração econômica do território baiano.
Cronograma de intervenções e projetos para o setor
O início das obras na região fluvial possui estimativa oficial para o período intermediário do próximo ano. A declaração foi feita pelo chefe do Executivo estadual durante a agenda oficial.
“Nossa expectativa é que, no segundo semestre de 2027, tenham início as intervenções previstas. Estamos trabalhando para integrar cada vez mais a logística da Bahia, conectando rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e também a hidrovia do São Francisco”
afirmou o governador Jerônimo Rodrigues
Demandas na infraestrutura aeroportuária do litoral
Além da pauta fluvial, a agenda oficial na capital federal tratou de melhorias voltadas ao setor aéreo. As tratativas envolveram a instalação de tecnologias para frenagem de aeronaves.
O projeto discutido prevê a implantação de um sistema de desaceleração de aeronaves, conhecido como EMAS, na cabeceira 29 do Aeroporto Jorge Amado, situado no município de Ilhéus. A tecnologia busca elevar os padrões de segurança operacional durante pousos e decolagens no terminal do sul baiano.
Perguntas Frequentes
Qual é o prazo de vigência do acordo firmado?
O termo estabelece vigência de 25 anos para a administração da via fluvial pela companhia portuária.
Quais estruturas estão incluídas na delegação?
O arranjo abrange a Hidrovia do Rio São Francisco (HN-500), a Eclusa de Sobradinho e as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte listadas no documento.
Quando devem começar as intervenções físicas no local?
A previsão oficial indicada pelo governo aponta o início das intervenções para o segundo semestre de 2027.
