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Bahia

CODEBA assume gestão da Hidrovia do São Francisco na Bahia

Por | Publicado em
Hidrovia do São Francisco
Eduardo Aiache/GOVBA
📖 Leitura: 3 Min

A administração do trecho fluvial baiano passa a ser realizada pela Companhia das Docas do Estado da Bahia, após formalização de pacto administrativo em Brasília com participação ministerial.

Resumo rápido:

  • Acordo de 25 anos transfere a administração fluvial para a CODEBA.
  • Objetivo inclui qualificar segurança e escoamento comercial regional.
  • Tratativas em Brasília também discutiram melhorias aeroportuárias em Ilhéus.

Passagem de administração fluvial para a CODEBA

A condução das atividades operacionais da via fluvial agora fica sob responsabilidade da autoridade portuária estadual, conforme estabelecido no documento formalizado em solo federal. A vigência do acerto estende-se por um quarto de século, englobando atribuições de conservação, reparos e operação na rota conhecida como HN-500.

O escopo do arranjo abrange ainda estruturas específicas da engenharia local, a exemplo da Eclusa de Sobradinho e de pontos de atracação voltados ao atendimento público de menor porte contemplados no documento. A expectativa institucional é de que a medida reforce a capacidade de movimentação de mercadorias pela via natural.

Entre os itens passíveis de circulação comercial por meio do canal estão itens agrícolas e mercadorias diversas, o que pode gerar reflexos na integração econômica do território baiano.

Cronograma de intervenções e projetos para o setor

O início das obras na região fluvial possui estimativa oficial para o período intermediário do próximo ano. A declaração foi feita pelo chefe do Executivo estadual durante a agenda oficial.

“Nossa expectativa é que, no segundo semestre de 2027, tenham início as intervenções previstas. Estamos trabalhando para integrar cada vez mais a logística da Bahia, conectando rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e também a hidrovia do São Francisco”

afirmou o governador Jerônimo Rodrigues

Demandas na infraestrutura aeroportuária do litoral

Além da pauta fluvial, a agenda oficial na capital federal tratou de melhorias voltadas ao setor aéreo. As tratativas envolveram a instalação de tecnologias para frenagem de aeronaves.

O projeto discutido prevê a implantação de um sistema de desaceleração de aeronaves, conhecido como EMAS, na cabeceira 29 do Aeroporto Jorge Amado, situado no município de Ilhéus. A tecnologia busca elevar os padrões de segurança operacional durante pousos e decolagens no terminal do sul baiano.

Perguntas Frequentes

Qual é o prazo de vigência do acordo firmado?

O termo estabelece vigência de 25 anos para a administração da via fluvial pela companhia portuária.

Quais estruturas estão incluídas na delegação?

O arranjo abrange a Hidrovia do Rio São Francisco (HN-500), a Eclusa de Sobradinho e as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte listadas no documento.

Quando devem começar as intervenções físicas no local?

A previsão oficial indicada pelo governo aponta o início das intervenções para o segundo semestre de 2027.

Fábio Silva
Escrito por
Editor de Municípios

Com 32 anos de experiência sólida na radiodifusão, Fábio é o jornalista dedicado a dar voz e visibilidade aos municípios baianos. Conhecedor profundo da realidade regional, ele é o responsável por cobrir os principais acontecimentos, o cotidiano e o desenvolvimento das cidades do interior e da capital. Tendo atuado diretamente em polos como Feira de Santana, Jequié, Serra do Ramalho e Salvador, Fábio produz matérias que conectam os desafios e as conquistas locais ao interesse público. Além da apuração rigorosa no jornalismo municipal, ele aplica sua expertise para garantir que as notícias de cada canto da Bahia alcancem destaque e projeção nacional.

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