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Lei Antifacção ganha debate no Ministério Público do Rio contra o

Por Rafael Sampaio | Atualizado em 01/08/2026 às 02:41
Lei Antifacção
Fernando Frazão/Agência Brasil
📖 Leitura: 3 Min🕒 Publicado: 01/08/2026 às 02:41

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro promoveu um encontro nesta sexta-feira (31) para debater a Lei Antifacção e os desafios impostos por facções criminosas ultraviolentas. A reunião buscou unificar a atuação dos procuradores diante de grupos que controlam territórios e comunidades inteiras.

Resumo rápido:

  • MPRJ debateu a aplicação da Lei Antifacção em encontro realizado nesta sexta-feira (31).
  • Procurador-geral destacou o uso da nova legislação contra o domínio territorial de criminosos.
  • Órgão aponta a necessidade de uniformizar a interpretação jurídica das novas regras.

O avanço do crime e o domínio territorial

O procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira, pontuou que a nova legislação atua diretamente contra o avanço de grupos armados que extrapolaram a prática de delitos comuns. Essas organizações passaram a exercer forte controle social e econômico em áreas vulneráveis.

“A Lei Antifacção oferece novos instrumentos para enfrentar organizações criminosas que utilizam a violência não apenas para cometer crimes, mas para exercer domínio territorial e social, restringir direitos e explorar economicamente comunidades inteiras”, afirmou o procurador durante o evento.

Alinhamento institucional e atuação coesa

Para garantir efetividade no combate a essas estruturas criminosas, a cúpula do órgão ministerial avalia ser imprescindível a construção de diretrizes alinhadas entre os membros da instituição.

– Unificação de entendimentos jurídicos sobre os novos instrumentos legais.
– Resposta coordenada frente às mudanças na dinâmica do crime organizado.
– Fortalecimento da atuação institucional no estado.

Segundo o assessor-chefe da Assessoria Criminal do MPRJ, procurador de Justiça Alexandre Araripe Marinho, faz-se necessária a “interpretação harmônica dos novos instrumentos legais e da construção de uma atuação institucional coordenada diante das transformações verificadas na dinâmica do crime organizado”.

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Perguntas Frequentes

O que motivou o encontro do MPRJ nesta sexta-feira (31)?

O Ministério Público promoveu o evento para discutir a aplicação da Lei Antifacção e os desafios no combate a organizações criminosas ultraviolentas.

Qual é o principal objetivo da Lei Antifacção segundo o procurador-geral?

A legislação serve para enfrentar grupos que utilizam a violência para exercer domínio territorial e social, além de explorar economicamente comunidades inteiras.

Qual foi a posição destacada pela Assessoria Criminal do MPRJ?

O órgão enfatizou a importância de uma interpretação harmônica dos novos instrumentos legais e de uma atuação coordenada diante das mudanças na criminalidade.


31 de julho de 2026|Fonte: Agência Brasil|Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil|Redação: Rafael Sampaio|Fonte da Informação ↗

Rafael Sampaio
Escrito por

Rafael, 41 anos, é um jornalista de Milagres apaixonado pela arte de escrever. Um eterno aprendiz dedicado a contar histórias com verdade, precisão e uma profunda conexão com o leitor.

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